<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773</id><updated>2011-07-15T22:08:40.692+01:00</updated><title type='text'>Cinema &amp; Mais</title><subtitle type='html'>Porque sou sonhador. Porque gosto da magia. Porque gosto de cinema.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Artifex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13488705698112113758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773.post-114848773790306318</id><published>2006-05-24T17:20:00.000+01:00</published><updated>2006-05-24T17:23:53.496+01:00</updated><title type='text'>Matrix – Evolution</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/1600/Matrix_-_Evolutions.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/320/Matrix_-_Evolutions.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Desengane-se quem pensava que Neo teria sido morto. Depois da luta contra o vírus em que Mr. Smith se transformou, apagando-o da própria Matrix, Neo foi levado pelas máquinas. Colocado novamente numa redoma e vivendo uma nova vida paralela no mundo virtual, começa novamente a ser contactado pelos membros da resistência. O acordo prometido pelas máquinas não passara disso mesmo, promessas. Quando se viram livres da ameaça de Smith, que punha em causa o futuro do mundo paralelo e consequentemente a forma como as máquinas conseguiam a sua energia, começaram de novo a atacar o ultimo bastião da humanidade, a cidade de Zion, quebrando o acordo de cessar fogo. Aos humanos apenas lhes restou a fuga para Yamen, uma cidade cuja existência era apenas conhecida de alguns dos habitantes de Zion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morpheus, o grande mentor de Neo, depois de se refugiar juntamente com alguns humanos na cidade de Yamen, consegue formar um novo exército de resistência, tendo por principal missão a libertação de Neo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos sabem que Neo possui agora poderes sobrenaturais dentro e fora da Matrix, e que este pode assim vencer a máquina suprema que controla o mundo virtual e por consequência libertar todos os humanos aprisionados numa verdade virtual. Se Neo conseguir apagar a memória desta máquina, então todos os humanos serão libertados, o que tornaria impossível o fornecimento de energia do inimigo mecânico e uma nova colonização da terra por parte da humanidade, seria um novo começo, uma nova oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que parecia um plano simples, torna-se de facto numa objectivo inatingível por simples humanos, sendo Neo a ultima esperança. O alvo é um super computador guardado por inúmeros guerreiros de metal que não estão dispostos a ceder a nenhum inimigo. Mas para Neo este não é o problema, o que o espera é muito pior que qualquer amontoado de metal cuja função é apenas o de disparar contra tudo o que se mexe. O seu pior inimigo vem de dentro, vem do seu próprio coração e da sua mente que teima em não esquecer os acontecimentos do passado, e este podem fazer com que Neo ceda a favor das máquinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aviso que qualquer semelhança com a realidade é pura ficção. A história aqui apresentada não passa de uma possível sequela, que infelizmente não está ainda nos planos dos irmãos Wachowski, mas sim na imaginação de um fã incondicional da série. Se a quiser ver nos grandes ecrãs, o melhor que tem a fazer, é remete-la para o email dos referidos realizadores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18535773-114848773790306318?l=cineopiniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/114848773790306318/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18535773&amp;postID=114848773790306318' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/114848773790306318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/114848773790306318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/2006/05/matrix-evolution.html' title='Matrix – Evolution'/><author><name>Artifex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13488705698112113758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773.post-113762121442932469</id><published>2006-01-18T21:50:00.000Z</published><updated>2006-01-18T21:56:56.903Z</updated><title type='text'>Ficção Científica</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Ou o Mundo de Amanhã&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/1600/Amea??a"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 5px; BORDER-TOP: 5px; FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; BORDER-LEFT: 5px; CURSOR: hand; BORDER-BOTTOM: 5px" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/320/Amea%3F%3Fa%20Virtual.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Estava há dias numa conversa entre amigos sobre cinema, e com o avançar da cavaqueira fomos parar ao meu género cinematográfico preferido, a ficção científica. Apercebi-me então, que a maior parte das pessoas considera a ficção científica como algo de impossível e muitas vezes sem pés nem cabeça. Pois que se desenganem os descrentes! Nas poucas linhas que me separam do fim do texto vou dar-vos uma nova perspectiva sobre este género literário e cinematográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomando como exemplo um dos clássicos de sucesso que temos de escritores que abordaram o tema, como é o caso de Júlio Verne, se pensarmos na época em que este escreveu as célebres “20000 Léguas Submarinas”, tenho a certeza que muitas dos leitores que liam a obra pensavam que o homem estava completamente louco, então, um barco navegar debaixo de água! Afinal não era assim tão louco. Apenas estudou e mostrou a sua reflexão sobre um tema que se viria a tornar banal alguns anos mais tarde. E é este o segredo da ficção científica, pelo menos da boa ficção científica, ou seja, é o estudar o mundo que nos rodeia e imaginar no que neste se pode transformar num futuro mais ou memos próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi com grande prazer que assisti num programa televisivo à entrevista com Nick Sagan, filho de Carl Sagan, o célebre criador da série televisiva «Cosmos». Filho de pai cientista e de mãe escritora, não é de estranhar que se tenha tornado escritor de ficção científica. Esteve em Portugal numa altura em que é lançado o livro “Paraiso Virtual”, que faz parte de uma trilogia que está a escrever. Da entrevista pude verificar que a minha ideia de ficção científica não estava muito longe da de Nick, ou seja, para se ser um bom escritor de ficção científica há que estudar muito bem sobre o que se escreve, e no caso do próprio Nick, e ele tem essa sorte, contactar com cientistas na área e expor as suas ideias, para ver o que faz sentido ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pensarmos em alguns filmes de ficção científica como é o caso do “Relatório Minoritário” com Tom Cruise ou o “Eu, Robot” com Will Smith, podemos chegar à conclusão que a maior parte do que vemos no filme até já é possível. Por exemplo quando o Chief John Anderton (Tom Cruise) vai a passear na rua e os sinais mudam consoante os seus gostos, essa tecnologia já existe hoje em dia, apenas não é aplicada porque sai muito caro. No caso do “Eu, Robot” em que Del Spooner (Will Smith) conversa com um robot, ainda á poucos dias eu via nas notícias cientistas a desenvolverem robots para as mais variadas tarefas, alguns já com um alto nível de inteligência artificial, nada que se compare com o filme, mas se tivermos em conta o ritmo a que os chips evoluem, não é de estranhar que cheguem a esse ponto em poucas décadas.&lt;br /&gt;É claro que não podemos tomar a ficção científica como rigorosa, é apenas uma alternativa provável de futuro com o acréscimo de alguma boa imaginação, mas não a tomem como algo sem nexo, acho que não é justo para criadores da ficção científica, pelo menos para os bons, e eles existem e estão ai para nós vermos ou lermos, conforme o caso.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18535773-113762121442932469?l=cineopiniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/113762121442932469/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18535773&amp;postID=113762121442932469' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113762121442932469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113762121442932469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/2006/01/fico-cientfica.html' title='Ficção Científica'/><author><name>Artifex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13488705698112113758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773.post-113413805234503229</id><published>2005-12-09T14:17:00.000Z</published><updated>2005-12-09T14:24:23.973Z</updated><title type='text'>Manel</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;História de uma viagem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/1600/Manel.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 5px; BORDER-TOP: 5px; FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; BORDER-LEFT: 5px; CURSOR: hand; BORDER-BOTTOM: 5px" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/320/Manel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Manel sai á rua e olha para o horizonte. O céu está escuro, adivinha chuva. O sol brilha agora escondido atrás do monte como um menino tímido que se quer esconder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abotoa o sobretudo e com um gesto rápido puxa a gola para cima escondendo a cabeça para enganar o frio. Faz-se á estrada que o caminho é longo. Depois do primeiro monte há que atravessar um riacho que corre com a pressa de quem tem alguém à sua espera, talvez adivinhe um mar que lhe dará liberdade infinita, sem estar preso ás margens que o parecem sufocar. A única forma que Manel tem de atravessar é através de umas passadeiras, que não são mais do que pedras que se erguem do leito do riacho de encontro à superfície da água. Algumas delas tem mesmo a água a transbordar por cima. Manel olha e percebe que é perigoso, mas o que o espera supera de longe o perigo que corre. Tira as mãos dos bolsos para se equilibrar, enche o peito de ar e atira-se na passadeira. De repente o pequeno riacho passou a ser um rio imenso cujas águas apenas desejam engolir Manel, mas isso não o faz voltar atrás, com a agilidade de um gato depressa transpõe para a outra margem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as botas cheias de lama olha agora para traz e vem nas águas à pouco turbulentas uma calma que parece aplaudir o feito que acabara de fazer. Sacudindo as botas continua a sua caminhada, sabe que não pode perder tempo, pois um atraso agora e deitaria tudo a perder, tornando a sua viagem em vão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem agora que transpor a floresta velha. Não é mais que um amontoado de pinheiros e sobreiros que foram crescendo ao Deus dará, sem que ninguém se preocupasse em tirar rendimento que fosse da sua existência. Manel olha para as árvores e pensa que durante o dia não parecem tão ameaçadoras. Cada ramo parece uma mão que o quer agarrar. O silêncio é quebrado apenas pelo vento nas folhas e pelo uivo de uma coruja que passa no ar. Conhecedor do caminho depressa ultrapassa a vastidão de árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retoma a estrada que atravessa a planície, embrulhada agora no manto da noite que entretanto caíra. Alguns quilómetros à frente chega finalmente a uma pequena aldeia. As ruas e casas estão desertas, mas isso não surpreende Manel. Seguindo pela rua principal dirige-se a uma casa no centro do povoado. No topo da porta pode-se ler em letras velhas e esfarrapadas pelo desgaste do tempo “Casa do Povo”. Lá dentro encontram-se todos os habitantes da pequena aldeia. Manel, sacode o sobretudo e com a excitação de uma criança quando recebe um brinquedo novo, senta-se numa cadeira vazia. Olha ao relógio, marca 9 horas da noite. Chegou mesmo a tempo, a sessão vai começar. (FIM)&lt;br /&gt;Esta história é dedicada a todos os amantes do cinema, que tornam assim possível a continuidade desta arte.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18535773-113413805234503229?l=cineopiniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/113413805234503229/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18535773&amp;postID=113413805234503229' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113413805234503229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113413805234503229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/2005/12/manel.html' title='Manel'/><author><name>Artifex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13488705698112113758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773.post-113121911350890198</id><published>2005-11-05T19:31:00.000Z</published><updated>2005-12-09T14:23:46.226Z</updated><title type='text'>O 11 de Setembro Como Temática Cinematográfica</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;O Mundo parou para ver, em directo, o terror dos atentados do 11 de Setembro. Ninguém ficou indiferente a esta tragédia de dimensões inimagináveis. Três anos depois, o medo e a desconfiança perante o desconhecido estão bem visíveis na cultura norte-americana. O cinema tem sido usado, ainda que subtilmente, para demonstrar esse receio pós-11 de Setembro&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Directa ou indirectamente são muitos os filmes que, no último ano, remeteram para o 11 de Setembro, através de uma narrativa ficcionada. O medo e a ansiedade continuam três anos depois dos trágicos acontecimentos e os filmes que se têm realizado demonstram-no na perfeição. Apesar do carácter comercial de alguns filmes, a temática está lá e o mais recente exemplo é o filme de M. Night Shyamalan – A Vila. O realizador optou por conferir ao filme um ambiente típico do século XIX e assim narrar a «história de uma pequena comunidade de colonos que cortou os laços com o mundo». O isolamento do mundo exterior surge no filme como o elemento básico para uma vida feliz e harmoniosa e como tal, ninguém deve atravessar o bosque, pois é lá que vive o incógnito e o obscuro. Todos os medos e dúvidas estão para lá dessa fronteira entre a vila e a floresta, onde todos julgam existir criaturas demoníacas.&lt;br /&gt;É com subtileza que Shyamalan projecta num cenário de época todos os mecanismos contemporâneos pós-11 de Setembro, capazes de gerar terror pelo estranho e desconhecido. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18535773-113121911350890198?l=cineopiniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/113121911350890198/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18535773&amp;postID=113121911350890198' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113121911350890198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113121911350890198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/2005/11/o-11-de-setembro-como-temtica.html' title='O 11 de Setembro Como Temática Cinematográfica'/><author><name>Tanith</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13524245374276319901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773.post-113121907285575595</id><published>2005-11-05T19:29:00.000Z</published><updated>2005-11-05T19:33:10.193Z</updated><title type='text'>Hitchcock - O Mestre do Suspense</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;O realizador inglês Alfred Hitchcock apareceu em 33 dos seus filmes. Tudo começou por acaso quando, durante as filmagens de O Inquilino Sinistro, um dos actores secundários não apareceu e foi Hitchcock quem desempenhou o papel.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Reconhecido, não só pelo seu talento mas também pelo seu sentido de humor extremamente mordaz, Alfred Hitchcock foi uma figura controversa no mundo do cinema e indignou muita gente. Tinha opinião sobre tudo. Nada diplomática e sempre carregada de um humor provocatório.&lt;br /&gt;Realizou mais de 50 fitas e aparece, esporadicamente em 33 das suas obras. Dotado de um temperamento irascível, o cineasta mantinha uma relação algo tempestuosa com os actores. Conta-se que certa vez, durante umas filmagens, a então jovem Ingrid Bergman lhe confessou: “Acho que não consigo fazer esta cena com naturalidade”. O realizador olhou para ela com desprezo e respondeu: “Se não consegue com naturalidade, então finja.” Um conselho que a actriz reconheceu como um dos melhores que recebeu em toda a sua carreira.&lt;br /&gt;Entre as muitas histórias que se contam sobre este mestre do suspense, eis que um dia A. Hitchcock foi parado na fronteira francesa por um guarda desconfiado. Quando o homem leu o formulário e viu que Hitchcock tinha escrito “Produtor” na profissão, olhou para ele e perguntou-lhe: “Vamos lá ver, afinal de contas, o que é que o senhor produz?”, “Arrepios”, respondeu o realizador com toda a sua serenidade. O que realmente lhe interessava era fazer filmes que assustassem os espectadores de morte, pois “o que eles mais apreciam é pôr o pé na água fria do terror”. Em relação ao filme Psico, um dos mais emblemáticos, Hitchcock dizia que este era para ele “uma grande comédia” (na clássica cena do duche, o sangue é chocolate derretido).&lt;br /&gt;Rebecca, Janela Indiscreta, A Mulher que Viveu Duas Vezes, Intriga Internacional, Psico, e os Pássaros, são apenas algumas das suas obras mais reconhecidas. Hitchcock morreu aos 80 anos, em Los Angeles. Na memória ficam os seus filmes, verdadeiros clássicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18535773-113121907285575595?l=cineopiniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/113121907285575595/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18535773&amp;postID=113121907285575595' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113121907285575595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113121907285575595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/2005/11/hitchcock-o-mestre-do-suspense.html' title='Hitchcock - O Mestre do Suspense'/><author><name>Tanith</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13524245374276319901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773.post-113121892416570703</id><published>2005-11-05T19:27:00.000Z</published><updated>2005-11-05T19:28:44.170Z</updated><title type='text'>O Mundo dos Efeitos Especiais</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Os mais recentes êxitos cinematográficos pertencem à nova vaga de filmes onde a tecnologia e os efeitos especiais são o factor dominante. Matrix Reloaded, Hulk, O Senhor dos Anéis, Harry Potter, entre tantos outros, são apenas alguns exemplos entre uma vasta lista de sucessos garantidos pela oferta tecnológica do século XXI.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;Novas formas narrativas impõem novas técnicas e reivindicam novas máquinas – 2001: Uma Odisseia no Espaço foi uma peça fundamental na aparição de um novo modelo de cinema, pelo contributo técnico para os efeitos especiais.&lt;br /&gt;A indústria cinematográfica americana aposta fortemente nos efeitos especiais, garantindo a cada filme o êxito de bilheteira.&lt;br /&gt;Uma das muitas empresas que se dedicam a esta área é a Mental Images, fundada em 1986, em Berlim. Técnicos de alta qualidade, de nacionalidades várias, e programas informáticos avançados é quanto basta para garantir o sucesso da empresa. Em Matrix Reloaded são várias as cenas produzidas por computador. A imagem é de tal modo perfeita que só através de um olhar mais atento é possível ao espectador aperceber-se que a mesma é produzida por computador. Outro factor igualmente importante é a possibilidade de obter imagens em espaços onde uma câmara jamais conseguiria filmar. Em a Sala do Pânico, por exemplo, podemos ver imagens da casa ao pormenor, como se fosse o nosso próprio olhar a passar entre os objectos. Muito dificilmente uma câmara conseguiria criar este efeito.&lt;br /&gt;Por um lado, os efeitos especiais e as mais recentes técnicas permitem, uma concepção de filme, onde o imaginário pode ter lugar mas, por outro, estão a pôr em causa o papel dos duplos no cinema.&lt;br /&gt;Se é certo que os efeitos especiais concedem ao realizador o desejo de transpor para a tela a sua ambição mais arrojada, criando ambientes altamente virtuais, mágicos e extremamente atraentes para o espectador, também é certo que no futuro os duplos de cinema poderão ter a sua profissão em risco. Os programas informáticos estão cada vez mais aptos a fazer maravilhas e as cenas mais complicadas e mais exigentes, como lutas, saltos e perseguições a alta velocidade, até então feitas pelos duplos, são agora produzidas por computador.&lt;br /&gt;A actriz francesa Catherine Deneuve, protagonista de uma nova comédia romântica inspirada no clássico de 1957 Tarde Demais para Esquecer, mostrou-se contra a actual paixão de Hollywood pela tecnologia, “deixando de lado a substância.”&lt;br /&gt;Se os efeitos especiais estão a pôr em causa a boa representação e se personagens interessantes estão a perder terreno no mundo dos filmes de efeitos especiais, a verdade é que a tecnologia aplicada à ficção científica é sinónimo de sucesso. E é exactamente este tipo de sucesso que a maioria do público, independentemente da faixa etária, gosta de assistir. Os efeitos especiais lançam-nos noutra dimensão, dão asas à imaginação de cada um, ao mesmo tempo que nos transferem para outro nível de realidade.&lt;br /&gt;Porém, é importante manter vivo o sentido tradicional das coisas, é importante recordar os filmes que fizeram história e simultaneamente repensar o futuro do cinema no seu todo face a esta avalanche de tecnologia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18535773-113121892416570703?l=cineopiniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/113121892416570703/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18535773&amp;postID=113121892416570703' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113121892416570703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113121892416570703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/2005/11/o-mundo-dos-efeitos-especiais.html' title='O Mundo dos Efeitos Especiais'/><author><name>Tanith</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13524245374276319901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773.post-113121869477261816</id><published>2005-11-05T19:23:00.000Z</published><updated>2005-11-05T19:24:54.773Z</updated><title type='text'>David Lynch, o realizador anti-convencional</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Considerado um dos realizadores mais talentosos de Hollywood, David Lynch é um cineasta cujos filmes dificilmente se adequam a resumidas sinopses. Os seus filmes, reconhecidos pela complexidade, estranheza e obscuridade das histórias, revelam a capacidade de Lynch em combinar criatividade e ousadia como ninguém.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Através do seu estilo único, conseguiu a fama e o respeito do público e da crítica, contribuindo para uma alteração profunda dos gostos e das ideologias do cinema norte-americano.&lt;br /&gt;Para assistir a um filme de David Lynch, o espectador deve estar consciente de que vai penetrar num mundo enigmático e sombrio, pois a sua reacção é um factor primordial para tirar uma conclusão das suas obras. O realizador teima em filmar roteiros de histórias fragmentadas e, por isso, non sense para a maioria dos espectadores.&lt;br /&gt;A música ocupa um lugar crucial na cinematografia de Lynch, não como mero fundo às imagens, mas tornando-se, antes, parte integrante dessas mesmas imagens. Esta funciona como a sua chave para a inspiração. Lost Highway tem, além da partitura de Badalamenti, música de Marilyn Manson, Nine Inch Nails, David Bowie, This Mortal Coil, Barry Adamson, António Carlos Jobim, Lou Reed, e Rammstein.&lt;br /&gt;Neste filme, que data de 1997, são-nos apresentadas situações complexas e praticamente inteligíveis que minuciosamente tentamos decompor.O filme torna-se, para o espectador, uma espécie de jogo de xadrez, com muitas peças soltas e sem sentido. O universo lynchiano é um autêntico quebra-cabeças intelectual e complexo, obrigando-nos a reflectir e a encontrar o sentido de histórias, muitas vezes, sem sentido.&lt;br /&gt;Eraserhead, Twin Peaks, Blue Velvet, Mulholland Drive, e Lost Highway, são alguns dos filmes mais conhecidos do realizador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18535773-113121869477261816?l=cineopiniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/113121869477261816/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18535773&amp;postID=113121869477261816' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113121869477261816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113121869477261816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/2005/11/david-lynch-o-realizador-anti_05.html' title='David Lynch, o realizador anti-convencional'/><author><name>Tanith</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13524245374276319901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773.post-113121855770012085</id><published>2005-11-05T19:18:00.000Z</published><updated>2005-11-05T19:22:37.713Z</updated><title type='text'>Cinema e Hiperealidade</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Minority Report é só mais um exemplo de um mundo que se virtualiza através da influência dos meios de comunicação e da informática, substituindo a realidade por uma ficção desconstrutiva da própria realidade…&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;No universo criado pela sétima arte, a hiperealidade, enquanto imitação do real, não se limita a uma mera reprodução do mesmo, tenta improvisá-lo.&lt;br /&gt;Os efeitos especiais imperam hoje no mundo cinematográfico e reproduzem uma realidade já existente, assumindo-se esta como uma falsa realidade. Porém, neste cosmos hipereal encontramos situações mais inspiradoras, mais belas, aterradoras e geralmente mais interessantes, do que no quotidiano de qualquer ser humano. O cinema está por isso, ligado a uma estética do simulacro enquanto desaparição do real.&lt;br /&gt;Blade Runner, o cult-movie da ficção científica, baseado no romance de Philip K. Dick, Do Androids Dream of Electric Sheep, oferece-nos uma descrição futurista da humanidade – andróides criados à semelhança do homem. Neste filme somos confrontados com uma humanidade que se desenvolve num mundo fragmentado e construído sob ruínas. Blade Runner mostra-nos o tipo de sociedade que emergiu a partir da ascensão das novas tecnologias. Nas ruas da cidade suja, escura e decadente, encontramos uma desconstrução da própria realidade em que vivemos, para dar lugar a uma outra realidade. No final, o humano apaixona-se pela máquina e têm ambos direito a um final feliz. Afinal a máquina também pode sonhar. As imagens dão origem a outras imagens, que não possuem, necessariamente, uma base no real extra-tela.&lt;br /&gt;Minority Report é só mais um exemplo de um mundo que se virtualiza através da influência dos meios de comunicação e da informática, substituindo a realidade por uma ficção desconstrutiva da própria realidade. Neste filme de Steven Spielberg, a polícia prende os criminosos antes do crime, tendo por base previsões supostamente científicas. Retrata a possibilidade de simbiose entre as máquinas e o homem, de vida virtual fora do corpo sustentada por uma ideologia high-tech.&lt;br /&gt;Em Matrix, estamos diante do mundo virtual. Um mundo onde as coisas existem potencialmente, em estado de latência. Onde há espaço para a ordem  e  para desordem. Esse mundo virtual está numa situação entre o mundo real e o imaginário. Por um lado, transporta operações directas da realidade, por outro tem a imaterialidade de um universo carregado de forças simbólicas que transitam além das culturas.&lt;br /&gt;No filme A Cela, de Tarsem Singh, a hiperealidade toca-nos também através do mundo virtual e das novas tecnologias. A partir da realidade virtual, a terapeuta inicia uma viagem na mente do psicopata. Uma vez no seu interior, ela irá obedecer às regras desse universo psicológico criado pelo assassino – algo parecido com o mundo virtual exibido em Matrix. É-nos oferecido um mundo imaginário onde a realidade, tal como a conhecemos, se encontra dissimulada. As cores, formas e situações são exploradas tal como nos sonhos.&lt;br /&gt;Existenz, por sua vez, é um filme totalmente mental: as personagens, o décor, a acção, a montagem. Nada aqui tem que ver com o futuro techno de Blade Runner ou Matrix. É um filme que não acontece em parte nenhuma. Existenz é, antes de mais, o nome de um novo computador de jogo orgânico que, ao ser telecarregado por seres humanos, entra directamente no seu sistema nervoso central e os transporta numa corrida louca, dentro e fora da realidade, simultaneamente. Entrar em Existenz é entrar numa outra realidade – a dos mundos virtuais e dos jogos de vídeo ultrasofisticados. A determinada altura nem os participantes do jogo sabem onde se encontram: a fronteira entre a realidade e o jogo desaparece.&lt;br /&gt;A realidade torna-se redundante e estamos perante a hiperealidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18535773-113121855770012085?l=cineopiniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/113121855770012085/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18535773&amp;postID=113121855770012085' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113121855770012085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113121855770012085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/2005/11/cinema-e-hiperealidade.html' title='Cinema e Hiperealidade'/><author><name>Tanith</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13524245374276319901</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773.post-113094707892882858</id><published>2005-11-02T15:54:00.000Z</published><updated>2005-11-02T15:57:58.940Z</updated><title type='text'>Venham Mais Cinco</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Quando música é boa, nós toca duas vezes… ou mais.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/1600/X-Men_3.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/320/X-Men_3.0.jpg" border="1" /&gt;&lt;/a&gt;Pois é, se na música é assim, o que dizer no cinema. Há quem diga que um é bom, dois são demais. No meu caso deixo a dúvida, e porquê!? Quem não gostou de “Matrix Reloaded” e “Matrix Revolutions?” Talvez quem não goste do género, mas assim também não ia deleitar-se mesmo que fosse só um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que admitir que alguns filmes só vêm estragar o que de bom se tinha feito no primeiro, mas de todas as sequelas que já vi, a maior parte só veio acrescentar mais e melhor ao que de bom já existia, senão, vejamos alguns bons exemplos: o já referido “Matrix”, “O Cubo”, (quem não gostou da segunda dose?), “Aliens”, “Mad Max”, “O Padrinho”, as animações “Toy Story”, “Shrek” entre muitos outros bons projectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto, na minha mais humilde opinião, e ao contrário do que dizem alguns entendidos da nossa praça, (que fique bem claro que eu não sou entendido em coisa alguma, apenas gosto de cinema), as sequelas não são apenas uma forma que os estúdios encontraram para fazer mais uns trocos à custa de algo já esgotado, são sim uma boa forma de continuar um bom projecto que milhares de pessoas em todo o mundo gostaram de ver e fazem questão de repetir. Se não fosse assim, então quase que podíamos dizer que o nosso planeta está habitado por uma grande quantidade de “totós”, que não se fartam de ver o mesmo, repetindo até vinte vezes a mesma dose, basta que conte o número de vezes que “James Bond” esteve ao serviço de sua majestade. Se todas estas sequelas fossem piores do que o primeiro filme acham que alguém ainda tinha a pachorra de ir ver um novo episódio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para não falar apenas de sequelas, e porque está agora muito na moda, falo também das prequelas (uma sequela invertida, ou seja, a história desenrola-se antes do(s) filme(s) já estreados). Podemos começar pelo grande sucesso, bem merecido diga-se de passagem, “Guerra das Estrelas”, (um abraço ao Lucas por nos ter brindado com estes filmes). Existe alguém capaz de dizer que as sequelas e prequelas estragaram o primeiro filme. Só se for o Spielberg a roer-se de inveja do seu velho amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro exemplo é o do recente sucesso de “Batman Begins”, que trouxe o morcego novamente à ribalta e “O Cubo”, que viu o primeiro episódio estrear nas salas de cinema depois de já terem saído, há alguns anos, os episódios dois e três.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver é muito mais arriscado fazer uma sequela ou uma prequela do que fazer um filme diferente. Senão, pense o que deve ser para um realizador ter em mãos um projecto cujo antecessor foi um sucesso esmagador, e saber que automaticamente este será comparado com o primeiro, e claro, como nós humanos somos sempre muito bons a criticar, a primeira coisa a evidenciar são sempre os defeitos. Pessoalmente, se estivesse no lugar desse realizador teria muito cuidado antes de aceitar um projecto do género e veria se realmente existia credibilidade e viabilidade nesse mesmo projecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar ficam os nomes de algumas sequelas que dizem estar na forja:&lt;br /&gt;Sequelas – “X-Men 3”, “Batman 5”, “Os Incríveis 2”, “À Procura de Nemo”, “Shrek 3”, “Toy Story 3”, “Hellboy 2”, “Sin City”, “Superman”, “Os Piratas das Caraíbas”, “Gladiador 2”, “Die-Hard”, “James Bond”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já agora, a mim sabia-me bem mais um Matrix.&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;Artifex&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18535773-113094707892882858?l=cineopiniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/113094707892882858/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18535773&amp;postID=113094707892882858' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113094707892882858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113094707892882858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/2005/11/venham-mais-cinco.html' title='Venham Mais Cinco'/><author><name>Artifex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13488705698112113758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773.post-113087285005922613</id><published>2005-11-01T19:18:00.000Z</published><updated>2005-11-01T19:22:12.570Z</updated><title type='text'>Onde Estão Eles</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;O dilema das salas de cinema nos dias hoje.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/1600/cinema.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/320/cinema.jpg" border="1" /&gt;&lt;/a&gt;Onde estão aquelas pessoas que tanto gostavam de ir ao cinema? Sim, eu sei que elas existem, eu convivia com elas no átrio, mesmo antes do início da sessão. Falávamos dos filmes, viajávamos ao passado a relembrar aquelas fitas que ficam na memória e mais ainda no coração, quem não sente um pouco de nostalgia quando pensa naquele filme que viu à anos ou até mesmo a semana passada. Pois é mas parece que hoje em dia tudo isso acabou. Será que as pessoas já não gostam de ir ao cinema, ou terão alguma coisa “melhor” para fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se passa é que as salas de cinema, e não é só a de Castro Verde, começam a ficar vazias. Eu posso dize-lo pois no último filme que assisti antes de escrever este texto, estavam pouco mais de uma dúzia de pessoas na plateia, o que realmente me deixou uma grande mágoa. Isto leva-me a crer que o cinema está por um fio. Será? Uma coisa é certa, são cada vês menos as pessoas que se deslocam às nossas salas de cinema e, segundo um estudo nos Estados Unidos, desde 1996 que não tínhamos uma taxa de ocupação tão baixa, a qual vem a decrescer desde os últimos três anos, o que não acontecia deste 1962.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o porquê desta situação? Vejamos então, se pensar um pouco irá ver que são cada vês mais as salas de cinema a estrearem os filmes simultaneamente, as pessoas já não sente aquela curiosidade de como será, podem pesquisar na Internet encontrando as mais variadas criticas, boas e más, e diga-se de passagem que até mesmo os mais conceituados meios de comunicação social, têm algumas críticos que deixem muito a desejar, ou então são de um planeta diferente do meu, mas, adiante. Outra causa possível é o facto de quando estreia um filme é ao mesmo tempo anunciado o DVD do mesmo, o que com a crescente oferta dos home cinema e de ecrãs de plasma e outros de grande formato, faz com as pessoas vejam o filme mais tarde em casa, e não pense que é mais caro comprar o DVD, é em Castro Verde, mas se for a uma sala da capital e levar a família é só fazer as contas. Outro dos motivos que me leva a crer estar a “matar” o cinema é a Internet, sitio onde se conseguem “arranjar” os filmes antes mesmo destes estrearem, a qualidade pode até nem ser a melhor mas isso para algumas pessoas pouco importa, deste que se veja (mesmo que pouco), o que interessa é que já se viu o filme, e depois não se vai ao cinema, pois já se sabe a história e não ia ter graça e, claro, pelo meio ficaram os efeitos sonoros, a fotografia, enfim tudo o resto que só se pode ter numa verdadeira sala de cinema. Estas serão apenas algumas das causas, existem depois muitas outras, algumas meras desculpas, como seja o horário de início de sessão, o fresco que está na esplanada do café, o amigo que não gosta de ir ao cinema, o intervalo do filme com os anúncios, o não existir intervalo para fumar o cigarro, a hora a que termina o filme, etc, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Se continuar assim existem com certeza muitas salas a encerrar as suas portas, espero que não, por mim e por todos os amantes de cinema de todo o mundo. Se gosta de cinema, então, vá ao cinema, agora pode, mais tarde terá de ficar pela esplanada.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;Artifex&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18535773-113087285005922613?l=cineopiniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/113087285005922613/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18535773&amp;postID=113087285005922613' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113087285005922613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113087285005922613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/2005/11/onde-esto-eles.html' title='Onde Estão Eles'/><author><name>Artifex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13488705698112113758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18535773.post-113087063761581767</id><published>2005-11-01T18:35:00.000Z</published><updated>2005-11-01T19:33:47.316Z</updated><title type='text'>Game Over</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#ffffff;"&gt;Do PC para a Tela&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/1600/Alone.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/992/1709/320/Alone.jpg" border="1" /&gt;&lt;/a&gt;Depois da banda desenhada ao que parece a industria cinematográfica descobriu agora um novo filão de argumentos para os filmes que produz, os jogos electrónicos. Não é que me aborreça, até porque sou fã desse tipo de entretenimento que, sem exageros, nos pode proporcionar uma boa dose de diversão e adrenalina. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Depois de termos visto uma Milla Jovovich escultural no papel de heroína no filme Resident Evil que saiu directamente do PC para o grande ecrã, começam agora a surgir novas películas baseadas nos jogos electrónicos. A estrear brevemente está o grande sucesso nos PC’s e consolas de todo o mundo, Doom 3, que tem como base de argumento um grupo de marines cuja missão é a de descobrir o que se passou numa base de investigação altamente sofisticada situada no planeta Marte que, de repente, perde o contacto com o planeta terra. Em termos do jogo que conheço, proporciona um ambiente negro com muito suspense, recheado de inimigos prontos para nos assustarem a cada esquina que dobramos, isto no jogo, em termos de filme, aliado a bons efeitos especiais, pode dar lugar ao género thriller/terror com muita acção à mistura, que, a avaliar pelo trailer, me parece ter sido conseguido, chegando ao ponto de imitar o próprio jogo no que toca à visualização das personagens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para vos dar apenas mais alguns exemplos do que se fez e está para fa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;zer, posso falar de Mortal Kombat que já estreou há alguns anos, baseado num jogo de artes marciais, em que o nosso herói é encarnado pelo conhecido Jean Claude Van Damme. House Of The Dead e Alone in The Dark, são mais dois títulos de género terror, este último com a chancela da Lions Gate Films com Christian Slater no papel principal, e a estrear brevemente. Também Halo está prestes a ser transformado em história de cinema, depois da Microsoft ter assinado um contrato com a Universal e a 20th Century Fox para produzir este filme, que só para ver a sua história ser adaptada ao cinema custou a empresa de Bill Gates a módica quantia de 1 milhão de dólares, pagos ao escritor Alex Garland.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É certo, que normalmente os filmes baseados nos jogos, são na maior parte centrados na acção e efeitos especiais, mas se o jogo já o é assim, então o filme não poderia fugir deste facto, ou perderia com certeza a ligação. Tornam-se pois filmes que agradam apenas uma parcela do público, como seja os mais jovens e a todos os que esperem apenas pura diversão sem procurar qualquer tipo de mensagem por detrás da história a não ser aquela que se vê, não sendo portanto do género de agradar aos nossos amigos “cinéfilos pensadores”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por mim, cá fico à espera de Doom, Halo e de Alone in the Dark.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Artifex&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18535773-113087063761581767?l=cineopiniao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineopiniao.blogspot.com/feeds/113087063761581767/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18535773&amp;postID=113087063761581767' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113087063761581767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18535773/posts/default/113087063761581767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineopiniao.blogspot.com/2005/11/game-over.html' title='Game Over'/><author><name>Artifex</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13488705698112113758</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
